A Todo Volume

Nunca fui um conhecedor de rock’n roll. Na adolescência, enquanto meus futuros amigos conheciam o metal, os Beatles e, no meio disso, um monte de porcaria, eu estava em Caetano, Cartola e um monte de outras porcarias também.

Digo isso para justificar minha imensa distância com A Todo Volume, doc de Guggeinheim sobre The Edge, Page e J. White. Gostei muito do filme, especialmente de descobrir como cada um deles elabora sua música. Pelo menos para mim, ficou claro porque, entre os três, sempre coloquei Page em primeiro, White em segundo e Edge em terceiro.

Aí vem meu grande amigo Sérgio Alpendre a falar sobre o filme e abrir mais uma porta para entendê-lo, a partir da história do rock.

“Esse é um mérito inegável do filme, deixar as coisas bem evidentes, além de estabelecer a devida filiação: The Edge é o irmão mais velho, rebelado pelo punk, que nega o pai para reencontrá-lo no futuro. Jack White é o irmão mais novo, também muito influenciado pelo punk, mas de uma maneira que só o aproxima do pai, porque ambos nutrem uma extrema paixão por rockabilly, blues rústico e rock distorcido e contagiante. O pai Jimmy Page, bonachão, se diverte com a paixão de um e a racionalidade de outro, mas todos ganham algo com esse encontro.”

O texto completa está no chip hazard.

Em tempo: quer saber onde está passando?

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