Os mitos do cinema jovem

De Paulínia

Em Paulínia, até agora tivemos dois filmes que podem ser facilmente considerados jovens, “Desenrola” e “Eu Não Quero Voltar Sozinho”. O primeiro se parece com “High School Musical”, enquanto o segundo é popular e mais cerebral. Ambos foram exibidos ontem, domingo (18/7), aqui em Paulínia.

Quando olhei a programação, achei que o curta-metragem de Daniel Ribeiro (por ser um diretor de filmes mais sofisticados) teria uma recepção morna e o longa-metragem de Rosane Svartman iria criar uma catarse no cinema repleto de jovens. Engano, ledo engano.

Ambos foram fortemente aplaudidos. Claro que “Desenrola” tem mais apelo e elenco televisivo, sequencias musicais intermináveis etc. Mas, para o “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, que é 1-curta-metragem; 2-temática gay; 3-tem mais cara de “filme de arte”, a recepção foi muito calorosa, mesmo.

Essa recepção põe um bem-vindo ponto de interrogação sobre o que é um filme popular jovem. “Desenrola” aposta na estética da televisão. “Eu Não Quero Voltar Sozinho” usa o cinema. E ambos dialogam abertamente com o público.

Só para ter um exemplo: Bia, 14 anos, a super simpática filha da Flávia Arruda, uma das assessoras do Festival de Paulínia (ao lado da Carol e da Margô), disse ter gostado de “Desenrola”. Mas, em comparação com “As Melhores Coisas do Mundo”, prefere o filme da Laís Bodanzky. Porém, o que ela “amou” foi “Eu Não Quero Voltar Sozinho”.

A juventude ainda tem salvação 😉

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