Projeto X – Crítica

Se Beber, Não Case e Projeto X – Uma Festa Fora de Controle são filmes gêmeos. Além da óbvia constatação de que Todd Phillips assina a produção de ambos (além da direção do primeiro), os dois trabalham na mesma frequência com o humor (o que pode ser lido por uns como “vou correndo para o cinema” tanto como “vou passar longe do cinema” para outros).

Mais importante, porém, é o fato de que ambos têm material para se falar por horas sobre a repressão sexual e social. A gênese dos personagens do filme-ressaca de Phillips é a mesma dos adolescentes do filme-testosterona de Nima Nourizadeh: os que se permitem enfiar o pé na jaca apenas uma vez na vida.

Em Se Beber, Não Case – seja a Parte I ou II –, os meninos grandões, adultos infantilizados, enchem a cara na despedida de solteiro de um membro da turma e se metem numa série de roubadas – em Vegas no primeiro filme, Bangcoc no segundo. O público descobre ao mesmo tempo que os próprios personagens o que se passou na fatídica noite da qual ninguém guarda lembrança.

Continue lendo a crítica de Projeto X na Revista Interlúdio.

O cachorro em Projeto X é o comic relief correspondente ao macaco de Se Beber, Não Case
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