O Hobbit – Crítica

O blockbuster é fonte inesgotável de amaciamento da realidade. Quando os palestinos lutam pelo reconhecimento como Estado, reivindicando o direito à terra, recebem indiferença ou são massacrados por uma situação de guerra absurdamente desigual.

Quando, porém, a luta pela terra é retirada da realidade, tornada fábula do herói por acidente, em que humanos são substituídos por anões, elfos, magos, orcs, anéis, minada em tudo que leva de político, temos um filme como O Hobbit: Uma Jornada Inesperada.

Ignorando esse contexto extra-fílmico, resta o que O Hobbit tem de cinema. Ou seja, sobra quase nada. Peter Jackson dispõe de um arsenal tecnológico de possibilidades subaproveitado pelo excesso de cenas expositivas. O roteiro perde de vista que, em cinema, um personagem se define não pelo que diz, mas pelo que faz. São poucos os momentos em que essa noção sydfieldiana é posta com eficiência em prática.

Continue lendo a crítica de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada na Revista Interlúdio.

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